Especialistas advertem para o uso indevido de informações
Em uma página na internet, Yorrally Ferreira — assassinada pelo ex-namorado no último fim de semana — publicava a maior parte de sua vida pessoal. Informações como a escola onde estudava, o local em que morava e identificações de familiares ainda podem ser acessadas por qualquer pessoa, mesmo aquelas que não enviaram uma solicitação para acompanhar as atualizações. O atual namorado da menina chegou a postar uma foto da cena do crime na rede. Assim como a jovem, milhares de pessoas usam a internet para fazer desabafos, mostrar um pouco de sua vida e divulgar fotos. Especialistas alertam para os cuidados de tamanha exposição.
Professor do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e psicólogo, Carlos Augusto de Medeiros explica que vivemos em uma sociedade na qual as pessoas procuram agir e se mostrar para ser reconhecido por um grupo. “Chegamos a ser, de certo modo, escravos do poder, do status, do reconhecimento. E as redes sociais maximizam isso. As pessoas têm que se preocupar muito e estar atentas para não perderem a individualidade”, diz.
Medeiros explica que a necessidade de alimentar os perfis na internet se deu, especialmente, pela inovação da tecnologia, que possibilita a comunicação por muitas pessoas ao mesmo tempo e de forma extremamente rápida. “Se a gente voltar aos anos 1980, fora daquele círculo de amigos que tínhamos, poucas pessoas saberiam dizer onde você estava, com quem estava, o que estava fazendo. Agora, essa divulgação é muito rápida, e há uma necessidade de mostrar o que se está fazendo, onde se está”, acrescenta.
Além da exposição, muitas pessoas usam as redes sociais para publicar conteúdos que agradem não a ela mesma, mas aos seguidores, segundo o psicólogo. “Somos muito motivados pela atenção, pelo status, pelo reconhecimento e pelo pertencimento a certos grupos. Então, quando postamos onde estamos — e o local confere status —, é muito mais provável que isso tenha valor para os que estão vendo”, define.
Não dê bobeira
Atenção com o que você coloca na internet
» Não adicione pessoas desconhecidas em redes sociais, mesmo que ela tenha ligações com amigos
» Evite, ao máximo, divulgar informações pessoais que demonstrem os locais que você frequenta para não ser vítima de emboscada
» Não exponha nomes de familiares a fim de que não sejam usados depois, por exemplo, em trotes para tentar extorsão
» Restrinja, ao máximo, dados, tais como telefones, endereços e números de documentos
» Não publique fotos ou vídeos íntimos, mesmo que seja em trocas de mensagens pessoais. Hackers podem ter acesso mais facilmente se imagens estiverem em redes sociais.
Professor do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e psicólogo, Carlos Augusto de Medeiros explica que vivemos em uma sociedade na qual as pessoas procuram agir e se mostrar para ser reconhecido por um grupo. “Chegamos a ser, de certo modo, escravos do poder, do status, do reconhecimento. E as redes sociais maximizam isso. As pessoas têm que se preocupar muito e estar atentas para não perderem a individualidade”, diz.
Medeiros explica que a necessidade de alimentar os perfis na internet se deu, especialmente, pela inovação da tecnologia, que possibilita a comunicação por muitas pessoas ao mesmo tempo e de forma extremamente rápida. “Se a gente voltar aos anos 1980, fora daquele círculo de amigos que tínhamos, poucas pessoas saberiam dizer onde você estava, com quem estava, o que estava fazendo. Agora, essa divulgação é muito rápida, e há uma necessidade de mostrar o que se está fazendo, onde se está”, acrescenta.
Além da exposição, muitas pessoas usam as redes sociais para publicar conteúdos que agradem não a ela mesma, mas aos seguidores, segundo o psicólogo. “Somos muito motivados pela atenção, pelo status, pelo reconhecimento e pelo pertencimento a certos grupos. Então, quando postamos onde estamos — e o local confere status —, é muito mais provável que isso tenha valor para os que estão vendo”, define.
Não dê bobeira
Atenção com o que você coloca na internet
» Não adicione pessoas desconhecidas em redes sociais, mesmo que ela tenha ligações com amigos
» Evite, ao máximo, divulgar informações pessoais que demonstrem os locais que você frequenta para não ser vítima de emboscada
» Não exponha nomes de familiares a fim de que não sejam usados depois, por exemplo, em trotes para tentar extorsão
» Restrinja, ao máximo, dados, tais como telefones, endereços e números de documentos
» Não publique fotos ou vídeos íntimos, mesmo que seja em trocas de mensagens pessoais. Hackers podem ter acesso mais facilmente se imagens estiverem em redes sociais.
PCDF
Fonte: CORREIOWEB
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