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quinta-feira, 24 de abril de 2014

'Vai arrumar trouxa de roupa para lavar', grita médica a paciente no DF

Confusão começou após paciente reclamar de atendimento em Ceilândia.

Médica disse que ficou nervosa durante plantão porque estava sozinha.


Um vídeo feito por uma leitora no Hospital Regional de Ceilândia, no Distrito Federal, mostra uma médica que estava de plantão gritando com uma pessoa no corredor da instituição, depois de um bate-boca com a acompanhante de uma paciente.

Na gravação, é possível ver que o local está cheio. A médica, Luíza Virgínia Pimentel, aparece na porta da sala gritando: "Vão trabalhar. Vai arrumar uma trouxa de roupa para lavar. Não tem o que fazer não? Vai arrumar uma trouxa de roupa para lavar. Deixa os outros trabalhar."

Já dentro do consultório, a médica continua exaltada e diz: "Se me agredir, eu agrido. Eu não estou aqui para apanhar."
A leitora que fez a gravação não quis se identificar. Ela disse que a briga entre a médica e a acompanhante começou porque a servidora disse que não iria atender mais ninguém que chegasse à emergência.

"Eu resolvi filmar porque ela começou a dizer que ia bater na moça e chamar a moça para fora do hospital para elas brigarem", disse. "Eu acho um absurdo uma coisa dessas na saúde pública."

A médica, que não quis gravar entrevista, disse à TV Globo que ficou nervosa durante o plantão porque era a única servidora no hospital e que tinha recebido uma ameaça de agressão por uma paciente insatisfeita com o atendimento.

O presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho, disse que lamenta o episódio e atribuiu o comportamento da médica à sobrecarga de trabalho. Segundo Fialho, há um déficit de três mil profissionais na rede pública.

A Secretaria de Saúde informou que não apoia qualquer tipo de violência por parte dos profissionais. A pasta disse ainda que a construção das cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e das Clínicas da Família nos três últimos anos reduziu o número de pacientes nas emergências dos hospitais.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/04/vai-arrumar-trouxa-de-roupa-para-lavar-grita-medica-paciente-no-df.htm
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Ato contra fechamento de mercado no DF tem quatro detidos

Manifestantes atearam fogo em pneus e incendiaram dois veículos.

Protesto é contra decisão que manda comércio deixar área pública.


Manifestantes se sentam em carrinhos de compras; ao fundo, veículo incendiado durante protesto por fechamento de supermercado (Foto: Aldair Fernando/G1)Manifestantes se sentam em carrinhos de compras; ao fundo, um dos dois veículos incendiados durante protesto por fechamento de supermercado (Foto: Aldair Fernando/G1)
Dois homens foram presos e outros Dois adolescentes foram apreendidos durante protesto de funcionários do supermercado Tatico, em Ceilandia, no Distrito Federal, depois que a Agência de Fiscalização do DF (Agefis) voltou a fechar o estabelecimento na manhã desta terça-feira (22), que ocupa irregularmente uma área pública há 20 anos. O ato teve dois carros incendiados e confusão entre manifestantes e policiais.
Pelo menos um dos dois presos é funcionário do supermercado. Ele participava do ato com outros trabalhadores do comércio, que incendiaram pneus e fecharam os dois sentidos da avenida Hélio Prates por volta de 10h, a 20 metros de um posto de combustível. Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo, mas os manifestantes voltaram a queimar pneus em pontos diferentes da pista.
Policiais militares e manifestantes entraram em conflito depois que um grupo atirou pedras em carros da Agefis que estavam estacionados perto do supermercado. A polícia usou spray de pimenta e um policial militar chegou a mostrar a arma para o grupo. Fiscais da agência tiveram de ser transportados dentro do ônibus da Polícia Militar.
Durante a confusão, um adolescente com cerca de 11 anos foi apreendido por tentar roubar um celular com um estilete. A vítima não registrou queixa e a PM disse que não pôde apreendê-lo, mas apenas levá-lo para casa. As 16h os manifestantes desocuparam as pistas, mas a avenida não foi liberada para carros. Durante o protesto, funcionários também atearam fogo em pneus e bloquearam os dois sentidos da Avenida Hélio Prates.
O diretor do Tatico Cesar Boera disse que o mercado foi reaberto porque a empresa estava "munida de documento e embasada em lei". Ele afirmou que já propôs comprar a área do GDF e que já tem usucapião do terreno. Boera afirma que a empresa também já propôs comprar um espaço e ceder ao GDF.

Um assessor do mercado disse que a área pública fica no meio do mercado, que é uma rua que separa dois blocos e não tem utilidade para o governo. Ele afirmou que quando o proprietário comprou o espaço, já contava com a área invadida. Boera afirma que não tem dívidas e que sempre pagou todos os impostos em dia.

"Os clientes estavam lá dentro fazendo compras, caminhão fazendo entrega, quando chegaram e mandaram todo mundo sair e fecharam", disse a caixa Moabia Cardoso.  "Só queremos trabalhar,  pagar meu aluguel e dar o leite pro meu filho."

O brigadista Sinval Dourado disse que aderiu ao protesto porque é cliente assíduo do Tatico. "Moro na Guariroba. Vim comprar leite e encontrei o mercado fechado. Isso é perseguição política.  Não tem mercado mais barato."
Boera disse que a Kombi incendiada é da própria empresa. Depois que o veículo estava em chamas, ele pediu que os manifestantes e pedestres ficassem longe para não se ferirem em caso de explosão.
Carros da Polícia Militar chegam ao local da manifestação em frente a supermercado em Ceilândia, no DF (Foto: Isabella Formiga/G1)Carros da Polícia Militar chegam ao local da manifestação em frente a supermercado em Ceilândia, no DF (Foto: Isabella Formiga/G1)
A direção do supermercado informou que os manifestantes só sairiam da avenida depois que a Agefis deixasse o estabelecimento. O órgão, porém, informou que vai manter a interdição do estabelecimento e que parte do supermercado deve ser derrubada ainda nesta terça-feira.

Um grupo de funcionários trouxe cerca de 20 pneus em um caminhão da empresa jogou álcool sobre eles e ateou fogo. Bombeiros e PM chegaram ao local uma hora depois do início do protesto. Enquanto os bombeiros apagavam uma das barreiras, outros grupos ateavam fogo em pneus em mais dois pontos da avenida.
Um vídeo feito pelo G1 mostra o momento em que duas pessoas colocam uma bomba sob um cone de sinalização, que voa cerca de um metro (veja acima).
Policiais militares acompanham protesto de funcionários de supermercado (Foto: Isabella Formiga/G1)Policiais militares acompanham protesto de funcionários de
supermercado (Foto: Isabella Formiga/G1)
A Polícia Militar, que acompanhava o protesto à distância, interveio depois que manifestantes tentaram fazer outro bloqueio com papelão e galhos de árvore. Um grupo de funcionários do supermercado depredou um carro da Agefis e atirou pedras nos policiais, que reagiram com gás de pimenta.
A polícia e funcionários disseram que os as pessoas que jogavam pedras e derrubavam placas de sinalização não trabalham no supermercado – supostamente, são usuários de drogas da região, muitos dos quais aparentavam ser menores de idade.
Por conta do protesto, comerciantes da região começaram a fechar as lojas, com medo de saques e depredações. O trânsito na avenida foi desviado para as quadras residenciais. Muitos veículos tiveram de fazer o retorno sobre o canteiro que separa as faixas para retornar.
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Carro incendiado por manifestantes que protestam contra fechamento de supermercado Tatico em Ceilândia (Foto: Isabella Formiga/G1)Carro incendiado por manifestantes que protestam contra fechamento de supermercado Tatico em Ceilândia (Foto: Isabella Formiga/G1)
Questionamentos
No dia 25 de março, o Tribunal de Contas do Distrito Federal deu prazo de 60 dias para que o GDF cumprisse a decisão da Justiça. O tribunal também havia solicitado esclarecimentos da Administração de Ceilândia sobre o porquê de ter expedido licença de funcionamento de autorização de uso de área pública para o supermercado, apesar da ordem judicial determinando a reintegração de posse.
Na semana passada, o supermercado já havia sido interditado, mas voltou a funcionar depois que os funcionários interditaram a avenida com carrinhos de compras.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/04/ato-contra-fechamento-de-mercado-no-df-tem-dois-jovens-apreendidos.html

DF tem seis homicídios durante o feriado prolongado

Ceilândia teve 3 casos; Sobradinho, Planaltina e Recanto tiveram um cada.

Até esta segunda, 5 pessoas morreram em acidentes nas estradas do DF.

O Distrito Federal registrou seis homicídios entre a Sexta-Feira Santa (18) e a segunda (21), aniversário de Brasília e dia de Tiradentes. Segundo a polícia, três crimes foram cometidos em Ceilândia, entre sábado e segunda. As outras ocorrências foram registradas em Planaltina, Sobradinho II e Recanto das Emas.

Na manhã de sábado (19), um homem foi morto com vários tiros na Vila Rabelo, em Sobradinho II. À noite, o corpo de outro homem foi encontrado dentro de uma área de cerrado em Planaltina.
No domingo, um homem de 31 anos foi assassinado na QNP 28, em Ceilândia. Um técnico penitenciário também foi morto a tiros no domingo em frente ao campus da UnB da região.
Nesta segunda, um jovem morreu depois de levar vários tiros no Recanto das Emas. A namorada do rapaz também foi atingida mas sobreviveu. No mesmo dia, outro jovem foi atingido por um tiro na QNP 12, em Ceilândia. Um adolescente de 15 anos é o principal suspeito do crime.
Acidentes
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), O DF teve 51 acidentes registrados nas rodovias que cortam a capital durante os quatro dias de feriado prolongado. Cinco pessoas morreram e 48 ficaram feridas.

No ano passado, foram 55 ocorrências entre a quinta-feira e o domingo de Páscoa. Na ocasião, seis pessoas morreram e 64 pessoas ficaram feridas. Em 2012, foram 50,  com 45 feridos e seis mortos.

Tragédia
No Lago Norte, na pista que dá acesso ao Varjão, próximo ao MI 6, duas pessoas morreram e outras sete ficaram feridas depois que um carro em alta velocidade, conduzido por um homem embriagado, atingiu um automóvel parado em um acostamento.
O motorista, de 45 anos, se recusou a fazer o teste do bafômetro e passou por exame clínico no Instituto Médico Legal, que comprovou a embriaguez. No carro dele foram achadas diversas latas de cerveja. De acordo com a Polícia Civil, ele não tinha antecedentes criminais.
Ele foi autuado por duplo homicídio doloso (quando há intenção de matar) e por lesão corporal para cada um dos casos. Nesta segunda, o Tribunal de Justiça negou o pedido de liberdade provisória e converteu a prisão em flagrante do suspeito em prisão preventiva. Com isso, ele ficará preso até decisão da Justiça.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/04/df-tem-seis-homicidios-durante-o-feriado-prolongado.html

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Delegacias de 17 regiões do DF têm redução de policiais, mostra relatório

Em 2013, efetivo só cresceu em Brasília, aponta publicação no Diário Oficial.

Polícia contesta números e diz que efetivo subiu em áreas mais violentas.


N° DE POLICIAIS CIVIS NO DISTRITO FEDERAL
REGIÃO20122013
Brasília255347
Ceilândia264239
Samambaia128110
Núcleo Bandeirante7057
Lago Norte4941
Fonte: Relatório da Secretaria de Segurança Pública publicado em 19/02/14 no Diário Oficial do DF

















Um balanço feito pelo G1 com base em relatório da Secretaria de Segurança Pública mostra que o número de policiais civis nas delegacias de 17 regiões administrativas do Distrito Federal, incluindo as mais violentas da capital, teve redução em 2013, em comparação com o ano anterior. Em outras três regiões, o número se manteve o mesmo entre 2012 e 2013.

De acordo com os dados, publicados no Diário Oficial, a área central de Brasília foi a única a ter aumento de efetivo – 36% em 2013 na comparação com o ano anterior (veja tabela acima). Ao todo, 1.947 policiais civis trabalhavam nas delegacias do DF em 2013. O número é 2% menor que o de 2012, quando o efetivo era de 1.989 agentes.

A Polícia Civil, no entanto, nega a redução no número de policiais na maior parte das delegacias. De acordo com o órgão, os dados publicados estão desatualizados. “Ocorreu, na realidade, um aumento do efetivo nas unidades policiais situadas nas regiões administrativas consideradas mais violentas, como Ceilândia, Taguatinga, Recanto das Emas, Santa Maria e Planaltina", informou. Segundo a polícia, o aumento foi de pouco mais de 1% – de 1.989 policiais em 2012 para 2.010 em 2013.
5ª DP, localizada na Asa Norte, é responsável por registrar ocorrências e investigar crimes cometidos na área central de Brasília (Foto: Ricardo Moreira / G1)5ª DP, na Asa Norte, responsável por registrar ocorrências e investigar crimes cometidos na área central de Brasília (Foto: Ricardo Moreira/G1)
Em 2012, eram 255 policiais civis trabalhando na 1ª DP (Asa Sul), 2ª DP (Asa Norte) e 5ª DP (Área Central). No ano seguinte, esse número saltou para 347 servidores, segundo relatório da Secretaria de Segurança publicado no Diário Oficial do DF. A Polícia Civil afirma que o efeito em 2013 foi de 248 policiais, 2,7% menor que o de 2012.
O balanço mostra que o número de policiais civis trabalhando nas quatro delegacias de Ceilândia, caiu 9,4% no ano passado, de 264 para 239. Já segundo o balanço feito pela Polícia Civil, o efetivo na região subiu 4,5%, passando de 263 policiais em 2012 para 276 no ano passado.
Ceilândia concentra o maior número de homicídios do DF. Entre 1° de janeiro e 31 de abril deste ano, foram 41 mortes violentas na região. Em março, foram 12 homicídios, de acordo com a secretaria.
A pasta considera que a quantidade de mortes no período é estável levando-se em conta a densidade demográfica da região, que tem cerca de 400 mil habitantes. A secretaria diz que os altos índices de mortes se devem à "alta reincidência de criminosos contumazes e ao comprometimento de 70% das vítimas com o crime".
Em Samambaia, que ocupa a segunda posição no ranking de homicídios no Distrito Federal, o número de policiais civis trabalhando em duas delegacias caiu 14% (de 128 para 110) entre 2012 e 2013, de acordo com o levantamento doG1. A Polícia Civil também aponta redução no período, mas de 13%.
Outra região que a polícia reconhece redução no efetivo é o Núcleo Bandeirante. No levantamento da reportagem, a quantidade de policiais civis diminuiu 18% entre 2012 e 2013 – de 70 para 57 servidores. Para a Polícia Civil, a redução nesse caso foi de 11,4%.
No Lago Norte, área nobre do DF, também houve redução no efetivo de policiais civis no período. Em 2012, eram 49 servidores trabalhando na única delegacia da região. No ano seguinte, 41 (-16,3%). A Polícia Civil calcula redução de 12%.
A Polícia Civil diz que os concursos para os cargos de agente e escrivão estão em fase final e que 1,2 mil policiais devem ser contratados até o fim do primeiro semestre. A corporação não soube informar quantos servidores desses cargos se aposentarão até lá.
Balanço de homicídios
Apesar de os dados mostrarem a redução no número de policiais civis – que trabaham em investigação de crimes –, a Secretaria de Segurança Pública afirma que o número de homicídios entre 1°de janeiro e 31 de dezembro de 2013 caiu 12,6% na comparação com o mesmo período de 2012.

As tentativas de homicídio seguiram a mesma tendência de queda e fecharam 2013 com 1.151 ocorrências, contra 1.233 em 2012 – queda de 6,6%.
O DF fechou o ano passado com redução de 39,5% nos casos de latrocínio (roubo seguido de morte), quando foram registrados 26 casos contra 43 em 2012, diz a pasta.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/04/delegacias-de-17-regioes-do-df-tem-reducao-de-policiais-mostra-relatorio.htm
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Ocorrências de trânsito com vítimas no DF sobem 44% entre 2012 e 2013

Dados constam em relatórios da Secretaria de Segurança Pública do DF.

Entre outubro e dezembro de 2013, foram 2.569 registros contra 1.782.


Um levantamento feito pelo G1 com base em relatórios da Secretaria de Segurança Pública (SSP) publicados no Diário Oficial mostra que o número de ocorrências de trânsito com vítimas, registradas nas delegacias do Distrito Federal, subiu 44% entre outubro e dezembro do ano passado. No período, foram 2.569 registros em 2013, o equivalente a 28 ocorrências por dia nas 38 delegacias do DF. Em 2012, foram 1.782 registros.

Número de ocorrências de trânsito com vítimas, registradas nas delegacias do Distrito Federal, subiu 44% entre outubro e dezembro do ano passado (Foto: G1 / Reprodução)
Relatório da Secretaria de Segurança Pública sobre o número de ocorrências com vítimas registradas nas delegacias do DF foi publicado no Diário Oficial (Foto: G1 / Reprodução)
Segundo o relatório da SSP, a região que compreende Taguatinga e Vicente Pires registrou o maior número de ocorrências de trânsito com vítimas: 438 entre outubro e dezembro de 2013, o que equivale a quase cinco registros por dia. No mesmo período de 2012, foram 267, perfazendo uma alta de 64%. Em Taguatinga há três delegacias. Em Vicente Pires, uma.
No centro de Brasília, cada uma das três delegacias que atendem a região registrou em média 135 ocorrências do tipo entre outubro e dezembro de 2013. Foram ao todo 407 registros, contra 258 em 2012, perfazendo uma alta de 57,7%.
Já as quatro delegacias da Ceilândia registraram ao todo 307 ocorrências, o equivalente a 76 registros por delegacia no período. Em 2012, foram 194 ocorrências, o que representa uma alta de 58%.
O Cruzeiro, região atendida por apenas uma delegacia, registrou o maior aumento na quantidade de ocorrências em termo percentuais. Foram 29 em 2012 contra 77 em 2013, o que equivale a uma alta de 165%.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/04/ocorrencias-de-transito-com-vitimas-no-df-sobem-44-entre-2012-e-2013.htm
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sexta-feira, 14 de março de 2014

Por postos médicos, índios ocupam Ministério da Saúde, em Brasília

 

Grupo da Bahia chegou pela manhã; reunião estava prevista para 17h.
Índios querem saneamento básico e agentes de saúde, diz cacique.

Do G1 DF

Representante do Ministério da Saúde conversa com índios no saguão da sede da pasta (Foto: Lucas Nanini/G1)Representante do Ministério da Saúde conversa com índios no saguão da sede da pasta (Foto: Lucas Nanini/G1)


























Um grupo de indígenas vindo da Bahia ocupou a entrada do prédio do Ministério da Saúde, em Brasília, nesta quinta-feira (13). Eles queriam conversar com representantes da pasta para pedir a implantação de unidades de atendimento médico em aldeias de Ilhéus e Porto Seguro.
Cerca de 45 índios chegaram ao prédio do ministério durante a manhã. Segundo eles, uma audiência com o ministro Arthur Chioro estava agendada para as 11h. A reunião foi negada pela pasta.
Segundo o cacique Gildo Tupinambá, os índios chegaram ao Centro-Oeste no domingo (9). Eles estão alojados em Luziânia, em Goiás, e vieram para Brasília de ônibus.
“Tínhamos uma reunião para esta manhã e até agora não nos atenderam. Queremos saneamento básico, postos de saúde e agentes de saúde na aldeia. Tentamos falar com eles [recepcionistas], mas disseram que não têm autonomia para deixar subir. Só vamos sair daqui quando formos atendidos”, disse o cacique.
Índios esperam ser atendidos no prédio do Ministério da Saúde, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)Cacique Gildo Tupinambá e lideranças indígenas esperam ser atendidos no prédio do Ministério da Saúde, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)
Por volta das 17h, lideranças dos índios iniciaram uma conversa com o secretário especial de saúde indígena, Antonio Alves. Até as 18h30, a reunião ainda estava acontecendo.
A ocupação aconteceu de forma pacífica, segundo a Polícia Militar. A corporação enviou homens para fazer a segurança do prédio e não deixou o local até o fechamento desta reportagem.
Índios ocupam entrada do Ministério da Saúde, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)Índios ocupam entrada do Ministério da Saúde, em Brasília (Foto: Lucas Nanini/G1)


FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/03/por-postos-medicos-indios-ocupam-ministerio-da-saude-em-brasilia.html

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Disparos contra ônibus deixam pelo menos um morto e um ferido no DF

 

Homens atiraram contra motorista, que levou dois tiros na cabeça.


Mulher da vítima disse que ele não tinha desentendimento com ninguém.


Uma pessoa morreu e outra ficou ferida depois que dois homens atiraram contra um ônibus que circulava pela QNP 19, no P Norte, em Ceilândia, no início da tarde desta quarta-feira (29). A área foi isolada para perícia. A polícia deteve três pessoas, mas não informou se elas tiveram participação no crime.
Ônibus atingido em tiroteio em Ceilândia, no Distrito Federal, no início da tarde desta quarta-feira (29) (Foto: TV Globo/Reprodução)Ônibus atingido em tiroteio em Ceilândia, no Distrito Federal, no início da tarde desta quarta-feira (29) (Foto: TV Globo/Reprodução)
De acordo com a polícia, havia três pessoas no ônibus – o motorista, Waldir dos Reis, de 24 anos, e outros dois homens. O motorista foi alvejado com dois tiros na cabeça e morreu no local. O homem ferido foi atingido na boca e levado ao Hospital Regional de Ceilândia pela terceira pessoa que estava no ônibus.
De acordo com os policiais, os dois homens que efetuaram os disparos estavam a pé – inicialmente, a PM havia informado, com base no relato de testemunhas, que os assassinos estavam em um carro branco. Na fuga, um dos criminosos deixou para trás um pé de chinelo, que passará por perícia. Os policiais não fizeram a descrição dos suspeitos pelo homicídio.

A mulher do motorista assassinado, Sueny Passos, de 23 anos, disse que o marido fazia transporte pirata e sempre parava para descansar no local em que foi morto antes de retomar o serviço à tarde. "Ele não tinha confusão com ninguém", afirmou ao G1.
Família chora ao lado de ônibus que foi atingido por disparos em Ceilândia, no Distrito Federal, nesta quarta-feira (29) (Foto: Lucas Salomão/G1)Família chora ao lado de ônibus que foi atingido por disparos em Ceilândia, no Distrito Federal, nesta quarta-feira (29) (Foto: Lucas Salomão/G1)
Uma das linhas de investigação é de que o crime tenha sido motivado por acerto de contas ou vingança, apesar de o motorista morto ter sido descrito como "trabalhador, pacífico e sem inimizades". Segundo a polícia, um irmão da vítima supostamente tem "rolos", o que poderia ter dado origem ao crime. O motorista assassinado deixa um filho de 4 anos.
FONTE:
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/01/disparo-contra-onibus-deixa-pelo-menos-um-morto-e-um-ferido-no-df.htm
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Após duas mortes em três meses, GDF interdita acesso sob viaduto


Vítimas morreram afogadas após alagamentos causados pelas chuvas.
Interdição ocorre até conclusão de obra antienchente, prevista para 60 dias.


Acesso sob viaduto em Ceilândia, onde alagamentos mataram duas pessoas em três meses  (Foto: Lucas Salomão/G1)Acesso sob viaduto em Ceilândia, onde alagamentos mataram duas pessoas em três meses (Foto: Lucas Salomão/G1)
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, interditou nesta quarta-feira (22) o acesso sob o viaduto da QNN 5/7, em Ceilândia, local onde duas pessoas morreram afogadas em um prazo de três meses, após alagamentos provocados pela chuva. O bloqueio vai ocorrer até a conclusão da obra de alargamento da rede de águas pluviais, prevista para 60 dias.

O acesso ao viaduto recebe água da chuva de quatro ruas da região. Os bueiros que foram construídos no local não são suficientes para escoar a água da chuva, segundo moradores.
A decisão de interditar o acesso ocorreu após reunião com a Secretaria de Obras e a Novacap, que será responsável pela construção da nova rede.

O serviço prevê a troca de tubulação de 1.200 milímetros por uma de 1.500 milímetros, com extensão de 1km, para permitir maior vazão da água das chuvas.
Segundo o secretário de Obras do DF, Davi de Matos, depois da morte da menina Geovana Moraes Oliveira, em outubro do ano passado, foram feitos a limpeza dos bueiros e um projeto para expansão da rede de águas pluviais. Ele diz que a previsão era de que a construção tivesse início após os períodos de chuva.
Foto mostra o carro onde estava o jovem de 20 anos que morreu afogado em Ceilândia (Foto: Vinícius Leal / TV Globo)Carro onde estava o jovem de 20 anos que morreu
afogado em Ceilândia
(Foto: Vinícius Leal / TV Globo)
"Vamos procurar algum contrato que seja factível de a gente fazer dentro da legalidade. Essa é a recomendação do governador, que a gente use todos os meios possíveis e legais para fazer essa obra o mais rápido possível", disse o secretário.

A comerciante Aline Sousa, proprietária de uma lanchonete perto do viaduto, disse que a limpeza dos bueiros só foi feita uma vez desde a primeira morte.

“Quando chove forte, alaga. A Novacap veio aqui uma vez depois que a menina morreu e não veio mais. A gente tenta limpar o lixo que a população deixa, mas o pessoal continua jogando. Aí é claro que vai alagar. Ontem mesmo [terça 21], antes do acidente, outro carro estava boiando aqui perto, sem ninguém dentro. É sempre assim.”
Cones demarcam interdição de acesso a viaduto (Foto: Lucas Salomão/G1)Cones demarcam interdição de acesso a viaduto
(Foto: Lucas Salomão/G1)
Mortes
Na noite desta terça-feira (21), um jovem de 20 anos morreu afogado depois que o veículo onde ele estava foi tomado pelas águas da chuva.

Manoel Silva Júnior estava em um carro com mais duas pessoas, que conseguiram nadar e se salvaram. Policiais militares tentaram reanimá-lo por quase 18 minutos, sem sucesso.

No último dia 8 de outubro, a estudante Geovana Moraes Oliveira morreu depois que o ônibus escolar onde ela estava ficou preso em meio à água. Outras três crianças ficaram feridas. O veículo transportava de 20 a 25 crianças e apresentou um defeito mecânico.
FONTE: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/01/apos-duas-mortes-em-tres-meses-gdf-interdita-acesso-sob-viaduto.htm
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