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segunda-feira, 10 de março de 2014

Agora é de verdade. Revista francesa detona a Copa no Brasil




  • Atrasos e incidentes ocorridos nas obras da Copa são criticados pela revista "So Foot"
    Atrasos e incidentes ocorridos nas obras da Copa são criticados pela revista "So Foot"
Desta vez é verdade. Um mês depois da polêmica gerada por um texto falso atribuído à revista France Football que criticava fortemente a organização da Copa do Mundo no Brasil, o site da revista esportiva francesa "So Foot" publicou uma extensa reportagem sobre a preparação do Brasil para o Mundial. O texto, carregado de sarcasmo e humor ácido, mostra a que veio já no título: "Viva a Bagunça Brasileira!" (Vive Le Bordel Brésilien!). Em francês, a palavra bordel serve tanto para designar casas de prostituição quanto uma grande bagunça.
A reportagem divide as cidades-sede em três grupos: as que realmente deveriam estar sediando a Copa e que valem a viagem, mas que nem por isso estão livres de problemas (Les villes où ça devrait le faire), as sedes em que inevitavelmente a Copa será uma bagunça ("Les villes dans lesquelles ce sera forcément le bordel"), e aquelas onde o melhor mesmo é deixar para ver os jogos pela televisão ("Les villes dans lesquelles on verra peut-être un match, mais à la télé de préférence").
No primeiro grupo, estão Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Nessas cidades, a revista identifica problemas menores, como problemas de conexão com a internet e falhas nos telões no estádio do Beira-Rio, na capital gaúcha. Já sobre Brasília, a reportagem destaca o alto custo de construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, em uma cidade que não possui clubes de expressão no cenário nacional.
Já no segundo grupo, o da bagunça inevitável, estão São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Natal. O Aeroporto do Galeão (RJ) é descrito como "indigno de uma capital turística": "Edifícios degradados, pistas saturadas nas altas estações e paralisação das atividades em cada chuva forte prometem grandes doses de diversão", ironiza a publicação.
Sobre São Paulo, a reportagem afirma ser a cidade "irmã da Cidade do México e prima do Cairo (capital do Egito)", centros urbanos conhecidos mundialmente pelo trânsito caótico. Já Salvador teria um trânsito difícil na hora do rush. "Considerando que o estádio [Arena Fonte Nova] fica em uma região central da cidade, vai haver sofrimento".
Finalmente, no grupo das cidades em que seria melhor ver os jogos pela TV, estão Cuiabá, Manaus e Curitiba. O aeroporto da capital mato-grossense é descrito como "um campo de barro". "[O aeroporto] é do tamanho de uma cozinha, mas há que um lindo papagaio pintado na parede. Nenhuma grande nação vai jogar em Cuiabá. E depois dizem que o sorteio é aleatório". Já Curitiba é tratada como a "grande emoção pré-Mundial", com a dúvida até o último minuto sobre se o estádio estará ou não pronto a tempo.
A reportagem critica não só a situação dos estádios, aeroportos e infraestrutura em todas as 12 cidades-sede brasileiras. Sobrou também para a Fifa, para o seu presidente, Joseph Blatter (descrito como alguém que, no Brasil, nunca havia colocado os pés fora do Copacabana Palace), e para o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke. A revista afirma que o turista que vier à Copa vai encontrar: filas em todos os lugares, voos atrasados chegando às cidades dos jogos após o término das partidas e torcedores enfurecidos por perderem o espetáculo.
O texto continua: "Nenhuma cidade-sede tem capacidade de entregar a tempo o trio de obras 'estádio + aeroportos + obras de mobilidade urbana'. No caso dos aeroportos, os processos de licitação das obras só foram lançados após as eleições de 2010. Quanto à mobilidade urbana... não se moderniza um país em seis meses, especialmente um país como o Brasil. E por mobilidade urbana entende-se os meios mais básicos de transporte: vias de acesso a locais turísticos, estradas, corredores de ônibus, metrô e trens urbanos etc. Logo, serão os seus pés os que farão a maior parte do trabalho."
De acordo com a reportagem, parte da culpa para que se tenha chegado à marca dos 100 dias para o início da Copa na situação em que se chegou é também da entidade que comanda o futebol mundial. "A Fifa, do seu lado, é prisioneira de um Brasil com quem ela briga/late/chicoteia a cada semana, como se tivesse tratando com uma criança, com um sentimento vago de que é tarde demais".
Sobrou até para o "jeitinho brasileiro": "Joseph Blatter, então, agora se mostra chocado: 'Nenhum país teve tanto tempo para se preparar quanto o Brasil', e ele está certo. Errado ele estava em 2007 [quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa], ao impor ao país um "padrão Fifa" que estava distante demais de sua realidade, e que culturalmente não sabe dizer não. Mas sabe dizer, porém, quando já tarde demais, "desculpe, mas teremos que fazer alguns arranjos".
A reportagem foi publicada no dia 3 de março. No dia seguinte, a revista publicou novo texto sobre o Brasil e a Copa, desta vez destacando as manifestações que varreram o país em junho do ano passado, durante a Copa das Confederações, apontando que o povo brasileiro está insatisfeito com o alto custo da preparação do país para a Copa, majoritariamente custeados pelos cofres públicos.
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Os melhores e os piores aeroportos do país para a Copa do Mundo15 fotos

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Relatório da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República aponta o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), como o mais bem avaliado entre os passageiros, com uma nota de 4,12 em uma escala de 1 a 5. O levantamento engloba 15 aeroportos que terão grande movimentação durante eventos como a Copa do Mundo. O aeroporto campineiro recebeu boas avaliações em quesitos como instalação de estacionamento, tempo em fila de check-in, limpeza e integridade das bagagens Leia mais Adriano Vizoni/Folhapress

FONTE: http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/03/07/revista-francesa-detona-a-copa-no-brasil-viva-o-bordel-brasileiro.htm

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Troyjo: Brasil x Davos 2014 – qual o resultado?


Economista e cientista social, o diplomata Marcos Troyjo, colunista da Folha, é hoje um dos maiores especialistas em BRIC e economia mundial. Teve uma passagem pela sede da ONU como secretário da missão do Brasil na organização. Conferencista em vários países da Europa e Ásia, fundou e dirige o BRIC Lab na Columbia University há dois anos. 

Troyjo faz uma análise sucinta do Fórum Econômico Mundial em Davos no que concerne à participação do Brasil no evento:
“Nesses últimos três anos, o Brasil de Dilma foi despertado de um sonho bom. Governo e sociedade vêm tendo de encarar uma dura realidade: ao contrário do que supunham, o Brasil não criou fórmula miraculosa unindo alto crescimento à inclusão social.
Não há no País pilares de um novo modelo de desenvolvimento. Dada a baixa poupança interna, o Brasil continua a depender de grande influxo de capitais financeiros e também de investimentos estrangeiros diretos (IEDs). Por isso o tapering (diminuição de estímulos monetários nos EUA) e a própria retomada da expansão nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) causam apreensão no governo brasileiro.
Sem a certeza de um crescimento automático e inevitável, ilusão alimentada pela cúpula do governos Lula-Dilma durante o período em que o País era o “queridinho dos mercados” e só recebeu a “marolinha” da crise de 2008, o Brasil começou a descer do salto alto. Daí Dilma, notadamente desinteressada em temas internacionais, ter optado por ir a Davos.
Muitos dos fatores que permitiam tal entusiasmo foram perdendo verniz. Perspectivas de biocombustíveis e petróleo pré-sal não são mais tão animadoras. A governança e planejamento do setor energético brasileiro estão à deriva. Efeitos da expansão do crédito e consumo não têm mais caráter tão multiplicador. O apetite da China por commodities em que temos vantagens comparativas não parece mais tão pantagruélico. Além disso, em razão dos conhecidos problemas logísticos brasileiros, os chineses têm buscado diversificar seu quadro de fornecedores.
Assim, foram quatro os pontos nevrálgicos em relação ao que a comitiva brasileira tinha a dizer:
1) Protestos. Isso é da democracia, e Dilma o ressaltou bem em seu discurso. A apreensão no entanto permanece em relação ao que pode acontecer durante a Copa do Mundo.
2) Mudança no panorama internacional da liquidez. Dilma também mencionou isso e sublinhou os mais de US$ 370 bilhões de nossas reserva cambiais. Muito do que se espera do afrouxamento da política monetária dos EUA nos próximos meses já foi precificado e incorporado ao atual patamar do câmbio no Brasil (e a depreciação dos últimos dias reflete os efeitos colaterais do que está acontecendo na Argentina).
3) Gestão da política econômica. O Brasil ainda vai sofrer por algum tempo os efeitos dessa combinação de afastamento do tripé, microgestão das concessões, custosos equívocos na política industrial (as tais de “campeãs nacionais”), além do peso fiscal dos incentivos setoriais e do gigantismo da folha de pagamento. Aqui, os números não batem com o discurso de Dilma. Além disso, do ponto de vista comercial, o País está sem bloco. O Mercosul converteu-se numa plataforma de empatias políticas, e o Brasil não negociou acesso aos principais mercados compradores do mundo. Sua ênfase nas negociações multilaterais no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) mostrou-se ingênua, dada a inoperância e lentidão da entidade. Toda esses erros de política exterior no campo econômico hoje têm perceptível impacto negativo nas contas externas.
4) Reformas estruturais. Esta foi a parte mais decepcionante do discurso de Dilma. Nada falou sobre reforma tributária, trabalhista ou de seguridade social. Em termos de melhora do ambiente de negócios, Dilma anunciou apenas a implementação do portal “Empresa Simples”, que prevê a redução para 5 dias do tempo médio para se abrir uma empresa. Embora importante, esse tipo de medida favorece sobretudo empresas de pequeno porte. Pouco interessa ao tipo de empresário/investidor que frequenta Davos. Estes sofrem por custos diretos e indiretos da bizantina legislação trabalhista e fiscal no País. Têm de contratar verdadeiros exércitos de contadores e advogados, em vez de gente voltada à atividade fim da empresa. Mesmo quando mencionou a necessidade de “mudanças” num painel sobre Brics, o Ministro da Fazenda Guido Mantega elaborava mais em termos conceituais do que sobre um plano de trabalho a ser efetivado nos próximos meses. Talvez tenha buscado sugerir algumas pistas do que seria a orientação no segundo governo Dilma, mas a probabilidade desse processo iniciar-se neste ano, ainda mais por razões eleitorais, é nenhuma.
O marco maior da conjuntura do Brasil no mundo é que o País está poupando e investindo menos que os 22% do PIB – média da América Latina. Esta, por seu turno, já é muito inferior ao percentual de investimentos do Sudeste Asiático. O Brasil não conseguirá investir mais sem quebrar vários ovos nas áreas trabalhista, fiscal e de seguridade social.
Dilma não parece ter gosto ou mesmo vocação para liderar reformas. Seu presidencialismo de coalizão está mais a serviço do projeto de sua perpetuação no Planalto do que orientado à modernização institucional do país. Assim, o Brasil de Dilma utilizou Davos essencialmente para apresentar relatório de realizações, vocalizar compromisso com alguma ortodoxia macroeconômica, elencar fronteiras móveis de consumo e sublinhar a continuação do programa de concessões.
No limite, a ida a Davos evidencia que Dilma e equipe se convenceram de que o Brasil também precisa ser vendido, e não simplesmente comprado. Estão se dando conta de que o cenário global mudou. E ele não é favorável às escolhas “desglobalizantes” feitas pelo País nos últimos 11 anos em termos de comércio e investimento.
Assim, antes encastelada no isolamento seguro de suas convicções sobre os rumos supostamente alvissareiros do País, Dilma fez da viagem uma espécie de “Busca do Tempo Perdido”. Não representou, contudo, um “divisor de águas”. Nada se aventou da indispensável agenda de reformas estruturais.
Em vez de desilusão ou entusiasmo, a resposta do “Homem de Davos” à passagem da comitiva brasileira pelos Alpes provavelmente é apenas apertar o botão de “pausa”. Em termos de construção do futuro, o Brasil está imobilizado até 1º. de janeiro de 2015″.
FONTE : http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Das ruas de Lisboa para emprego no Rio: ex-lateral da seleção ganha chance


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Veja fotos de ídolos do passado145 fotos

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Perivaldo Dantas, ex-jogador da seleção brasileira que virou mendigo em PortugalReprodução/TV Globo

Uma "vida digna", com emprego fixo e até aluguel de sua casa subsidiado. É isso que o Sindicato de Jogadores Profissionais do Rio de Janeiro promete para o ex-lateral Perivaldo Dantas, 60 anos, que foi praticamente resgatado de Portugal depois de ser desvendada sua vida como morador de rua em Lisboa.

Em novembro de 2013, o Fantástico mostrou a vida do ex-lateral do Botafogo e seleção brasileira como um vendedor ambulante que dormia nas ruas da capital portuguesa. Depois disso, o presidente do sindicato do Rio, Alfredo Sampaio, ajudou a buscar o jogador prometeu ajuda para integrá-lo socialmente no Brasil e reencontrar sua família.

Perivaldo está atualmente em Fortaleza visitando um de seus filhos e evita as entrevistas. Mas o sindicato diz já ter um plano elaborado para que ele trabalhe no órgão e tenha até sua despesa de aluguel paga. A intenção é que ele possa auxiliar, de alguma forma, atletas que estão sem clube e pedem ajuda do sindicato e ficam treinando em uma instalação chamada Casa do Atleta.

"Ele vai morar em um lugar que estamos procurando e vai trabalhar no sindicato. Não levará uma vida de milionário, mas uma vida digna. Já estamos patrocinando ele mensalmente com um salário. E será dessa forma depois", falou Sampaio ao UOL Esporte.

"Ainda vamos definir o que ele vai fazer. Já temos 12 atletas trabalhando lá com carteira assinada, remunerados. A princípio (Perivaldo) vai trabalhar com um grupo de jogadores desempregados que treinam à espera de propostas. Vai fazer parte de uma comissão técnica desse grupo. É o que temos em mente nesse momento."

Perivaldo foi lateral direito do Botafogo e do Palmeiras na década de 80. Chegou a ser convocado pelo então técnico da seleção brasileira, Telê Santana, para alguns amistosos.

A TV Globo exibiu matéria em novembro que mostrava sua vida como vendedor na Feira de Ladra. Sua última atuação como jogador foi em 1987, no futebol coreano. Na entrevista, ele não explicou ao certo como foi parar em Portugal e chegou à situação de penúria financeira. Disse que foi mal aconselhado e que perdeu dinheiro por falta de juízo e empréstimos a amigos.

Ele afirmou ter 12 filhos e, de acordo com informação do sindicato, está ainda revendo todos os seus familiares antes de iniciar os seus trabalhos.

Reprodução/TV Globo
  • Perivaldo é erguido por goleiro Valdir Peres em amistoso da seleção
  • FONTE: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2014/01/21/ex-lateral-da-selecao-que-morou-na-rua-ja-tem-salario-e-deve-ajudar-atletas.htm

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Com helicóptero e segurança reforçada, EUA iniciam período de treinos em SP


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Seleção dos EUA treina no CT do São Paulo8 fotos

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14.jan.2013 - Landon Donovan, principal destaque da seleção dos EUA, treina no CT do São Paulo, na primeira visita de uma seleção que estará na Copa ao país em 2014Danilo Verpa/Folhapress
Com helicóptero, escolta das policiais Militar e Federal e seguranças da embaixada norte-americana, a delegação dos Estados Unidos chegou ao centro de treinamento do São Paulo, na capital paulista, para iniciar o período de treinamentos na cidade. A equipe treinada por Jurgen Klinsmann ficará dez dias no Brasil para um período de aclimatação.

Na primeira fase da Copa do Mundo, os Estados Unidos jogarão em Natal, Manaus e Recife. Os americanos escolheram o CT do São Paulo, na Barra Funda como local de treinamentos durante o torneio.

O forte esquema de segurança da delegação é considerado como praxe para a equipe, segundo o diretor de comunicação da federação norte-americana de futebol.

"É o aparato normal que temos em todos os locais que vamos. Não podemos revelar números de pessoas envolvidas, mas é o que estamos acostumados a usar", afirmou Michael Kammarman.

Na próxima quinta-feira, a seleção americana enfrentará o São Paulo em jogo-treino, no outro CT do clube, em Cotia.

"Bom dia"

Os jornalistas que acompanharam o treinamento da seleção norte-americana só tiveram acesso ao CT da Barra Funda às 15h30. Antes disso, policiais e funcionários da embaixada americana inspecionavam o local que será usado como alojamento pelos americanos.

Por volta das 16h, o ônibus com os atletas chegou ao CT. O veículo foi seguido por um helicóptero da Policia Militar do hotel onde eles estão hospedados, na região central de São Paulo, até o local to treinamento.

Os jogadores chegaram já prontos para o trabalho, com a roupa do treinamento. Landon Donovan foi o mais simpático do grupo e até ensaiou algumas palavras em português. "Bom dia, bom dia", repetiu ao passar pelos jornalistas.  
Confira os locais das 32 seleções:

AMÉRICA DO SUL

  • Brasil - Teresópolis-RJ (FOTO)

    Argentina - Belo Horizonte-MG

    Colômbia - Cotia-SP

    Chile - Belo Horizonte-MG

    Uruguai - Sete Lagoas-MG

    Equador - Viamão-RS

AMÉRICA DO NORTE E CENTRAL

  • Estados Unidos - São Paulo-SP

    México - Santos-SP (FOTO)

    Honduras - Porto Feliz-SP

    Costa Rica - Santos-SP

EUROPA

  • Alemanha - Santa Cruz de Cabrália-BA (FOTO)

    Rússia - Itu-SP

    Holanda - Rio de Janeiro-RJ

    Espanha - Curitiba-PR

    Suíça- Porto Seguro-BA

    França - Ribeirão Preto-SP

    Portugal - Campinas - SP

    Croácia - Salvador-BA

    Itália - Mangaratiba-RJ

    Grécia - Aracaju-SE

    Bósnia - Guarujá-SP
    Bélgica - Mogi das Cruzes-SP
    Inglaterra - Rio de Janeiro-RJ

ÁFRICA

  • Camarões - Vitória-ES

    Nigéria - Campinas-SP

    Gana - Maceió-AL

    Costa do Marfim - Águas de Lindóia-SP

    Argélia - Sorocaba-SP

ÁSIA

  • Irã - São Paulo-SP (FOTO)

    Coréia do Sul - Foz do Iguaçu-PR

    Japão - Itu-SP

    Austrália - Vitória-ES


FONTE: http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/14/com-helicoptero-e-seguranca-reforcada-eua-iniciam-periodo-de-treinos-em-sp.htm

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Por que Flávio Zveiter preside o STJD




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Flávio Zveiter, 32 anos, não se limita a ser herdeiro de dois ex-presidentes do STJD, Sérgio, o tio, e Luiz, o pai.
Ele foi indicado por Marcelo Campos Pinto, número 1 da Globo Esporte, como representante dos clubes numa reunião dos que têm contrato com a TV.
Indicação aprovada por unanimidade.
Em tempo: a reunião aconteceu no dia 29 de junho de 2012, no sub-solo do prédio da CBF.
Por Juca Kfouri
FONTE: http://blogdojuca.uol.com.br/2014/01/por-que-flavio-zveiter-preside-o-stjd/

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