terça-feira, 5 de junho de 2018

O BRASIL É UMA POTÊNCIA.. SÓ DEPENDE DE NÓS BRASILEIROS ... . REAJA BRASIL !!!!

O BRASIL É UMA POTÊNCIA... SÓ DEPENDE DE NÓS BRASILEIROS... REAJA BRASIL !!!!



Se alguém perguntar a Você se 'o Brasil é uma potência?' espero que Você responda que 'Sim, o Brasil é uma potência mundial'

Mas a pergunta que fazemos é a seguinte: se o Brasil é uma potência, por qual razão isso não reflete na vida diária dos seus habitantes? 

Não é tão simples responder a essa pergunta...

Mas perceba como o Brasil é um país por demais especial.

Possuímos muitas terras férteis, água em abundância, mais de 20% das espécies vivas do mundo, a maior floresta tropical do planeta, riquezas propícias a atividades econômicas por demais rentáveis. Mas tudo isso se contrasta com índices de pobreza muito grandes do Brasil. 

Vejamos alguns dados sobre o potencial do Brasil:

  1. Em termos territoriais, somos o 5º país em área no mundo - 8.516.000 km²;
  2. A maioria das nossas terras são agriculturáveis;
  3. População está próxima de 210 milhões de habitantes - somos o maior pais da América Latina;
  4.  A nossa População é eminentemente jovem (produtiva) e boa parte desta população habilitada e capacitada;
  5. Em termos de riquezas minerais temos Petróleo, Carvão Mineral, Diamante, Minério de Ferro, Bauxita, Cobre, Estanho, Manganês, Níquel, Ouro, alumínio, tungstênio e outros. E ainda alguns minerais muito importantes como tório,urânio e Nióbio (Brasil detém aproximadamente 98% das reservas desse preciosíssimo metal, enquanto o Canadá tem apenas aproximadamente 2%. );
  6. Somos os maiores produtores de carne, soja, café, cana-de-açúcar, laranja, fumo, milho e outras commodities;
  7. A nossa indústria ocupa lugar de destaque no mundo a exemplo da  automobilísticaspetroquímicas, de produtos químicos, alimentares, de minerais não metálicos, sojatêxtil, de vestuáriosapatos,metalúrgicamecânica e outras;
  8. Nossa quadro energético é dos melhores - possuímos energia hidráulica, eólica, solar, mineral e a renovável;
  9. Possuímos um litoral extenso que nos garante não só alimentos, como também minerais, como o sal e a energia;
  10. Possuímos empresas e  instituições que são referencias no mundo, tais como: Embraer, Petrobrás, Vale, Ambev, Instituto Osvaldo Cruz, USP, UNICAMP, ITA,  entre outras. 


É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!






JÁ AS DESIGUALDADES E OS NOSSOS REPRESENTANTES .....

A desigualdade social no Brasil, marcada pela distribuição desigual de renda, é evidente. Basta uma simples observação sobre a sociedade em que vivemos: favelização, desigualdade alimentar, falta de saneamento básico, ensino de baixa qualidade, menos formação, desemprego, precariedade na saúde pública, precariedade no transporte público e falta de acesso à cultura.


  1. IMPOSTOS MAIS CAROS DO MUNDO;
  2. OS JUROS MAIS ALTOS DO MUNDO;
  3. OS PEDÁGIOS MAIS CAROS DO MUNDO;
  4. OS AUTOMÓVEIS MAIS CAROS DO MUNDO;
  5. O COMBUSTÍVEL MAIS CARA DO MUNDO;
  6. A ENERGIA MAIS CARA DO MUNDO;
  7. OS POLÍTICOS MAIS CAROS DO MUNDO;
  8. OS POLÍTICOS MAIS CORRUPTOS DO MUNDO;
  9. O PAÍS ONDE SE MATA MAIS POLICIAIS;
  10. O DESEMPREGO NO BRASIL É O 7 MAIOR NO MUNDO;
  11. E A MAIOR CONCENTRAÇÃO DE RENDA DO MUNDO.



NÃO TEMOS MUITOS MOTIVOS DE ORGULHO !!!


É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!



E OS GOVERNOS ....


Sete em cada dez brasileiros concordam que a baixa qualidade dos serviços públicos se deve mais à má gestão dos recursos do que à falta deles. 

As pessoas percebem que o governo arrecada muito com tributos e que o que volta para a sociedade não é de qualidade. A população prefere que o governo melhore a eficiência do gasto público em vez de aumentar ou criar impostos. 

Outro fator é a má gestão da riqueza brasileira.

Aonde estão os Gestores Brasileiros que não agem em favor do bem-estar do seu Povo? E porque não agem para potencializar as nossas riquezas? 
O País responde atualmente por mais de 90% do volume do Nióbio comercializado no planeta, tendo as maiores jazidas no país, que se encontram nos Estados de Minas Gerais (75% do total), Amazonas (21%) e em Goiás (3%).

Então perguntamos onde está a atuação do Poder Público nesse sentido de agente normativo da atividade econômica?
O governo brasileiro não tem e nem prevê qualquer abordagem política específica para o nióbio. A oferta do metal está praticamente nas mãos das gigantes e privada mineradoras que operam no país.
De fato o Brasil deixa suas riquezas escoarem por falta de política especifica e organizada, quando a nossa Constituição prescreve justamente o dever de otimização de tais riquezas em benefício do povo.
É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!

E O NOSSO SISTEMA POLÍTICO....



O sistema político-partidário brasileiro é cheio de distorções. Para começar, não são os eleitores que definem seus representantes. Ao contrário, os candidatos são eleitos ou não graças aos quocientes eleitorais e partidários, um complicado cálculo matemático que indica quem vai ocupar as cadeiras do Congresso Nacional. 

É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!


ANO ELEITORAL ....


Os eleitores precisam saber escolher melhor os seus representantes. Segundo o professor Selvino Assmann, docente de Filosofia Política na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), diz que "Os políticos são a cara do povo, por mais que não gostemos de nos ver espelhados assim. Eles representam as classes dirigentes, os industriais, os banqueiros, os intelectuais, os operários, os agricultores, a juventude, os homens e as mulheres. Essa "cara do povo", que inclui a mentira e a corrupção, não é a cara do outro, mas é a "cara" de nós mesmos, a "cara" de uma coletividade. Por isso, de certa maneira, a crítica aos políticos deveria servir para uma auto-avaliação, o que normalmente não é feito"



ELEITOR: NÃO VENDA OU TROQUE O SEU VOTO !!!



É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!



O BRASIL PRECISA EVOLUIR....



Portanto, podemos concluir que o Brasil já é reconhecido internacionalmente como futura potência, ou até mesmo como potência, segundo o jornal inglês The Guardian. Entretanto, para fazermos jus a esse título de Potência Mundial, o Brasil precisa respeitar os direitos humanos e sociais, e ainda,  investir na educação e no desenvolvimento social, pois um povo instruído e com qualidade de vida é o que será determinante  para a consolidação do status brasileiro de potência mundial.

AO SENHOR ELEITOR: O SEU FUTURO ESTÁ EM SUAS MÃOS !!!!



É PRECISO MUDAR !!! REAJA BRASIL !!!!




TENENTE RAJÃO é Oficial do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, especialista em Segurança e é pré-candidato a Deputado Federal pelo PSL.


sábado, 12 de maio de 2018

BOMBEIRO, FILHO DE TAGUATINGA, ASSUME A COORDENAÇÃO POLÍTICA DA CAMPANHA DE ELIANA PEDROSA AO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL



Wender Lopes - Sargento da Reserva do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, com militância política há mais de 25 anos – foi escolhido no sábado (05 de maio) em reunião na sede do PRÓS,  como o Coordenador Político da Campanha ao GDF de Eliana Pedrosa.




Wender possui muita experiência e militância no meio político. Atuou nas campanhas de Joaquim Roriz, Arruda, Benedito Domingos, Dr. Charles e outros políticos do Distrito Federal. É conhecido por ter posições firmes, entretanto, é um hábil articulador, estrategista e aglutinador. Wender Lopes tem trânsito em vários segmentos do Distrito Federal, desde segmentos religiosos, regionais e até corporativos. Exerceu inúmeras coordenações importantes que o credencia ao exercício de tal atribuição.



Eliana Pedrosa tem demonstrado que realmente está no jogo pela disputa ao GDF, e aos poucos, vem mexendo às peças corretamente neste tabuleiro político - algo que já é sentido em sua evolução nas pesquisas de intenção de votos ao Governo do Distrito Federal.








TENENTE RAJÃO SE APRESENTA PARA A CÂMARA FEDERAL


Dando a sequencia ao Ciclo de Entrevistas, apresentamos o Tenente Rajão que é pré-candidato à Câmara Federal.


Miro Rajão ou Tenente Rajão é oficial da reserva, e ingressou na Academia de Bombeiros do CBMDF em 31 de janeiro de 1994.

Rajão é cristão e pai de um filho - Lucas Samuel.Criado em Taguatinga e em Ceilândia, fixou residência no Paranoá em 1997, aonde se mantém até hoje.

Em 1999 exerceu a chefia de gabinete do então Deputado José Rajão, ex-Comandante Geral do CBMDF.

Foi um dos membros fundadores e executivos de grandes projetos socioculturais, tais como: Colégio Militar Dom Pedro II, Programa Bombeiro Mirim, Programa Bombeiro Amigo e Cão Guia de Cego.

Em 2002 foi candidato a Deputado Distrital pelo PSC, obtendo 2.882 votos, sendo o mais bem votado da coligação.

Em 2003 fez parte da Executiva Regional do PRONA/DF.

Em 2008 foi para Portugal aonde iniciou o mestrado em Segurança aos Incêndios Urbanos pela Universidade de Coimbra.

Em 2012 foi aprovado no concurso para Analista Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados.

Em 2014 formou um Chapão Militar no PSDC – experiência embrionária para a formação do ‘Chapão Militar Bolsonaro’.

Em 2015 refundou a UDN – UNIÃO PARA A DEFESA NACIONAL, exercendo a Presidência nacional deste partido em formação.

Em 2016 fundou o FOCO DA REGIÃO – Fórum dos Conselhos de Representantes Comunitários do Distrito Federal e do Entorno (www.regiaoemfoco.net.br ).

Em 2018 se filiou ao PSL, possuindo a missão de desenvolver o ‘Chapão Militar Bolsonaro’.

Atualmente é especialista em segurança, empresário, radialista (Rádio Candango FM) e blogueiro (Jornal Galo de Briga).

Rajão começa a entrevista afirmando o seu compromisso “serei Deputado Federal por apenas um mandato. Sou contra o instituto da reeleição. Sou contra a figura do político profissional. Sou a favor da alternância. Acho que 4 anos de mandato dá para fazer muita coisa. E serei um ardoroso defensor do  fim do instituto da reeleição”.

BOMBEIROS DF:RAJÃO, PORQUE CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL?

TENENTE RAJÃO: “Hoje me apresento à Câmara Federal, pois nós Bombeiros e PMs do DF somos mantidos pela União, e a maior parte de nossa legislação é federal. Sei que na próxima legislatura será votada a ‘Reforma da Previdência dos Militares’. A pauta é tirar a Paridade e a Integralidade dos proventos dos Militares. Isso daria a margem, para daqui alguns anos, os proventos dos militares caírem para baixo do que chamamos de ‘teto do INSS’. Não podemos permitir que isso ocorra. Pois somos uma categoria que corre o risco de morte constantemente no exercício de nossas funções. Nossos militares ao fim da carreira, quase sempre, têm problemas psicológicos, ortopédicos e/ou cardíacos. Precisamos manter o nosso Regime Previdenciário diferenciado”.

BOMBEIROS DF: QUAL SERÁ A CARACTERÍSTICA DO DEPUTADO TENENTE RAJÃO?

TENENTE RAJÃO: “Meu cinto é vermelho, mas não serei o Deputado do segmento A ou B. Serei o representante de todos os segmentos, de todas as regiões e de todas as pessoas. Meu Pai quando comandante do CBMDF foi rotulado como o ‘Comandante dos Praças e para os Praças’. Eu tenho o mesmo perfil do meu Pai – o mandato será dedicado àqueles que mais precisam-, entretanto, desejo ser o representante do Soldado ao Coronel. Defenderei a manutenção e as conquistas de novos direitos, e ainda, lutarei por uma ampla reforma em nossas estruturas. Sou a favor de que o Soldado chegue até o posto de Coronel. Sou a favor de que o CBMDF e a PMDF exerçam um protagonismo em âmbito nacional – isso nos daria um crescimento institucional fantástico. Precisamos evoluir, por isso, defendo o progresso das Corporações e do Distrito Federal como o importante ente da Federação”.

BOMBEIROS DF: O QUE PRETENDE FAZER INSTITUCINALMENTE EM SEU POSSÍVEL MANDATO?

TENENTE RAJÃO: “Caso conquiste a vaga na Câmara dos Deputados, vou dedicar parte do meu mandato ao fortalecimento corporativo do CBMDF e da PMDF. Quero chegar ao fim do mandato com resultados positivos e com muitas conquistas institucionais.O meu gabinete será dividido em três: terei um chefe de gabinete do Bombeiro, outro da Polícia Militar e outro da Comunidade. Pretendo criar um trabalho de conscientização e de formação política nas corporações, para que possamos eleger sucessores em 2022 - pelo menos, dois Deputados Distritais do CBMDF e da PMDF, e um Deputado Federal de cada instituição. Precisamos evoluir institucionalmente”.

BOMBEIROS DF: O MOMENTO POLÍTICO É FAVORÁVEL AOS MILITARES?

TENENTE RAJÃO: “Em parte sim. Vemos nas ruas civis pedirem a intervenção militar. As pessoas estão cansadas da política e da roubalheira que aí está instalada. Uma das maiores pautas é a Segurança Pública. A população quer mudança e veem em nós  Militares uma possibilidade de mudança”.

BOMBEIROS DF: ENTÃO É A HORA DOS MILITARES?

TENENTE RAJÃO: “Acho perigoso falar isso... Até porque nós Militares tradicionalmente não militamos muito no meio político. Por isso precisamos aproveitar o momento nacional com organização e estratégia. O momento é de união e não de divisão”.

BOMBEIROS DF: OS MILITARES ESTÃO PREPARADOS PARA ESSE MOMENTO?

TENENTE RAJÃO: “Precisamos evoluir. A divisão em período eleitoral não é boa. O Candidato Militar precisa dos votos da caserna e ainda ser potencializado na comunidade. Às vezes existem candidatos que não tem o apoio dos militares, mas tem na comunidade. Às vezes é o contrário. E às vezes, nem um e nem outro. É preciso chegar a um equilíbrio. E o eleitor militar precisa amadurecer também. Votar no amigo, pelo simples fato de ser amigo, poderá ter um alto preço no futuro, em função da falta de representatividade”.

BOMBEIROS DF: O QUE VENHA A SER O CHAPÃO MILITAR BOLSONARO?

TENENTE RAJÃO: “Estamos montando um movimento nacional para que os candidatos Militares do Serviço Ativo venham sair pelo PSL, em todos os estados. Entretanto, sabemos que nem todos os Militares poderão estar no mesmo partido do Bolsonaro, por essa razão, criamos um site em que irá pontuar o militar candidato de acordo com o grau de vinculação ao Bolsonaro e de sua viabilidade. Serão adotados 10 critérios. Quem tiver curiosidade acesse: www.chapaobolsonaro.net.br ”.



BOMBEIROS DF: SUAS CONSIDERAÇÕES FINAIS.

TENENTE RAJÃO: “Sonho em poder contribuir para o DF e para a Segurança Pública nacionalmente. Possuo projetos inovadores para a Segurança. Defendo uma Política Nacional de Segurança Pública com a participação quadripartite – União, Estados, Municípios e Sociedade. Defendo, desde 2014, a criação do Ministério da Segurança Pública. Defendo a criação da Agência Nacional de Bombeiros. Defendo a criação da Polícia Federal de Fronteiras, Marítima e de Portos (uma espécie de Guarda Costeira americana). E outros Projetos que dependerão do Executivo Federal. Acho que posso contribuir institucionalmente, por isso, e por outros motivos, me coloco à disposição das Corporações, da População do DF e do meu Partido - PSL. Vamos juntos!!! Vamos à luta!!!”.


FONTE: www.bombeirosdf.com.br e Jornal Galo de Briga

sexta-feira, 20 de abril de 2018

REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS: “O SOLDADO PODERÁ CHEGAR A CORONEL”


É O QUE DEFENDE O TENENTE RAJÃO, ESPECIALISTA EM SEGURANÇA. TENENTE RAJÃO DESMISTIFICA A TESE DE QUE O SOLDADO NÃO POSSA CHEGAR A CORONEL



GB: Rajão por qual razão Você defende a tese de que aqueles que entraram nas corporações como Soldado possam chegar a Coronel?
TENENTE RAJÃO: Antes de tudo quero dizer que sou oficial de Academia. E foi justamente na Academia que comecei a observar que o Cadete que já tinha sido militar, e em especial da mesma corporação, possuía mais experiência e um melhor desempenho nas atividades fins. Desde então comecei a questionar a estrutura hierárquica (graduações e postos) dos diversos quadros das corporações. E constatei uma grande injustiça estrutural: aqueles Militares que entraram como Soldados só poderiam chegar ao final de sua carreira, na época, como Capitão, e atualmente, Major. A pergunta que faço é a seguinte: se um oficial médico, dentista, enfermeiro, complementar (que não são oficiais de academia) podem chegar ao posto de Coronel, por qual razão um Oficial Administrativo (aquele que veio de Soldado) não possui o mesmo direito?!! Ora, aquele profissional que entra pela base da estrutura - como Soldado, deveria possuir o direito de chegar ao último posto de sua instituição. Mas o que vemos hoje é o contrário. Por mais dedicado, competente e profissional que seja (possua qualidade técnica, certificações, especializações, condecorações, notórios conhecimentos, etc.) o Oficial Administrativo não possui o 'direito' de chegar ao posto de Coronel.

GB: O que Você propõe é uma quebra de paradigma?
TENENTE RAJÃO: É mais do que isso. É a superação de mais um degrau evolutivo das nossas Corporações. E vou mais além, é a correção de um erro estrutural histórico.

GB: Porque erro estrutural histórico?
TENENTE RAJÃO: Nós já tivemos excelentes Oficiais Administrativos que possuíam pré-requisitos para serem Coronéis, mas que chegaram apenas ao posto de Capitão ou de Major. Considero erro histórico, pois já tivemos Coronéis que não eram de Academia, a exemplo dos Coronéis Abelardo, Almeida, Valdemir, Jair, Natividade e outros. Ora, se já tivemos Coronéis que vieram de Soldado, por qual razão não poderíamos evoluir para um novo modelo?!

GB: Rajão como seria essa mudança?
TENENTE RAJÃO: Temos uma minuta em que se estabelecem as seguintes alterações: 1) A primeira seria a criação dos postos de Tenente-coronel e de Coronel para os Oficiais Administrativos. 2) A segunda alteração seria a mudança do acesso ao Curso de Formação de Oficiais - as vagas seriam voltadas aos militares da Corporação e  da Escola Preparatória de Cadetes. 3) A terceira alteração seria a promoção ser feita por interstício somada à titularidade, independentemente de vaga, para que haja fluidez na carreira. 

GB: Existe a Escola Preparatória de Cadetes?
TENENTE RAJÃO: Ainda não. Mas a ideia é criar as Escolas aproveitando as estruturas dos Colégios Dom Pedro II (Bombeiros) e Tiradentes (PMDF).

GB: Rajão, o que Você propõe é o acesso único?
TENENTE RAJÃO: Em parte sim, mas dito de outra maneira. Explico: o acesso ao Curso de Formação de Oficiais seria aberto a todos, entretanto, seria exigido o pré-requisito de titularidade – somente poderão concorrer ao CFO os titulares dos cursos de Técnico ou Tecnólogo em Segurança Contra Incêndio (CBMDF) e de Segurança Pública (PMDF). E esses cursos corresponderiam nada mais que o Curso de Formação de Soldados de ambas as Corporações ou das Escolas Preparatórias de Cadetes.

GB: Exigiria uma formação prévia?
TENENTE RAJÃO: Sim. A exemplo dos Concursos para Delegado, não é necessário a formação jurídica prévia? Então... O concurso para o CFO seria aberto a todos, desde que tenham a formação prévia de Técnico ou Tecnólogo em Segurança Contra Incêndio (CBMDF) e de Segurança Pública (PMDF).

GB: Rajão, qual a vantagem desta mudança?
TENENTE RAJÃO: Ao exigirmos a necessidade do Soldado ter curso superior é o prenúncio de que devemos evoluir estruturalmente. Não é lógico exigir uma melhor qualificação de um profissional para nada, concorda?! Então temos que admitir que o acesso ao Oficialato deverá passar pela a entrada como Soldado. Se um civil quiser ser oficial deverá adentrar a instituição como Soldado de nível superior, para depois buscar o acesso ao oficialato. Esta é a evolução. Estaremos prestigiando o profissional capacitado, aquele que estuda e que se aperfeiçoa. A carreira ficará mais atrativa. Aproveitaremos melhor os quadros. Acabaremos com a velha retórica dicotômica de Oficiais e de Praças.

GB: Rajão seria uma carreira única?
TENENTE RAJÃO: Não entendo dessa maneira. Continuaríamos com as carreiras existentes hoje, mas para se alcançar uma carreira seria necessário acessar a outra previamente. Logo, teríamos dois caminhos para se chegar ao oficialato. Teríamos o caminho mais longo (Oficial Administrativo) ou o caminho mais rápido (Oficial Combatente – de Academia – CFO).

GB: E como seria esta mudança, Rajão?
TENENTE RAJÃO: Seria um trabalho em conjunto com o Legislativo Federal, com o Executivo Federal e com o Executivo Local. Caso haja esta vontade institucional, baseada em um estudo técnico fundamentado e com a devida reformulação das leis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Defendo essas mudanças na Polícia Militar do Distrito Federal e no Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal pelo o seu valor simbólico. Estamos na Capital da República e sempre fomos vanguarda das instituições no País.
Acho que os tempos de mudança estão chegando!!!
É hora de deixarmos os tabus de lado e pensarmos numa evolução institucional de âmbito local e nacional.




É hora de repensarmos a Segurança Pública no Brasil!!!

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ENTRE EM CONTATO COM O TENENTE RAJÃO NO WATSAP (61) 99661.18.35  OU NO EMAIL  udn.nacional@gmail.com

O SUICÍDIO ENTRE OS AGENTES DE SEGURANÇA



O NÚMERO TEM AUMENTADO A CADA ANO
João, policial do Batalhão de Choque, suicidou-se dentro da unidade, aos 32 anos. Descrito pelos amigos como extrovertido, comentou com eles, certo dia, que tinha problemas e estava separado da mulher. Matou-se no mesmo dia e deixou duas cartas, uma para ela e uma para o pai.
Regina, de 27 anos, tinha o sonho de entrar para a polícia. Era solteira, não tinha filhos e morava sozinha. Matou-se com um tiro na cabeça, dentro de casa.
Os nomes citados acima são fictícios, mas as histórias são reais.
SENTIMENTO DE DESVALORIZAÇÃO
“O primeiro processo que você sofre é a perda da sua sensibilidade. Por exemplo, o colega morreu domingo de manhã, segunda-feira foi o enterro dele, né? E tá todo mundo trabalhando normalmente. A vida continua? A vida continua. Mas é tratado só como número.”
(policial militar, serviço operacional)
ESTUDO
Pesquisas acadêmicas apresentadas no 9º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no Rio, jogaram luz sobre um tema ignorado nas estatísticas oficiais de violência: o suicídio de policiais militares, civis e federais brasileiros.
Encarregados de salvar e proteger cidadãos, policiais pensam na própria morte como saída para uma rotina marcada pelo alto estresse, pelo risco, pelo afastamento da família e pela convivência com o lado mais sombrio da vida – crime, tráfico, pedofilia e perdas constantes dos companheiros de trabalho.
Uma das pesquisas, realizada pelo Laboratório de Análise da Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), entrevistou 224 policiais militares do Rio de Janeiro. Deles, 22, ou seja, 10%, declararam ter tentado suicídio. Pelo menos 50 disseram ter pensado em suicídio em algum momento da vida.
Todos foram voluntários a participar da pesquisa.
A pesquisa Suicídio e Risco Ocupacional na PM do Rio de Janeiro começou em 2011, como atividade de pós-doutorado da professora Dayse Miranda.
“Quando começamos a pesquisar, só conseguimos autorização do comando da PM porque havia certeza de que o problema não existia. Agora estamos trabalhando em parceria com o comando e temos todo apoio”, relata Dayse Miranda, que coordenou a pesquisa.
"Os policiais relatam profundo sofrimento psíquico, tristeza, tremores, sentimento de inutilidade. Muitos confessam que usam drogas lícitas e às vezes ilícitas. Os policiais se sentem constrangidos em admitir isso. Muitas vezes o médico que o atende é de patente superior, então ele não vê ali o médico, vê o oficial", conta a pesquisadora.
Segundo ela, os dados indicam que a taxa de suicídio entre PMs é 3,65 vezes a da população masculina e 7,2 vezes a da população em geral. A taxa de sofrimento psíquico revelada pela pesquisa do Claves, que se transformou em livro, foi de 33,6% na PM e 20,3% na Polícia Civil.
CONSTATAÇÃO
Com base nas entrevistas dos 224 policiais e nos diagnósticos com as famílias de 26 policiais suicidas, os pesquisadores elencaram possíveis fatores para o sofrimento psíquico, culminando nas tentativas de suicídio e no suicídio em si.
Esses fatores incluem: rotina de agressões verbais e físicas (perseguições/amedrontamento, abuso de autoridade, xingamentos, insultos, humilhações); insatisfação com a PM, no que concerne a escala de trabalho, infraestrutura, treinamento, falta de reconhecimento profissional, falta de oportunidades de ascensão na carreira e desvalorização pela sociedade; indicadores de depressão variados e problemas de saúde física.
"Vemos uma interface de tensão entre o mundo do trabalho, onde o policial está sujeito a relações abusivas, e o mundo fora do trabalho, onde o policial doente reproduz relações violentas. Tudo isso num contexto em que o policial tem acesso a uma arma, o que facilita qualquer ato violento. Outros profissionais também têm problemas no trabalho. Mas não têm uma arma na cintura", analisa Dayse Miranda, coordenadora da pesquisa e organizadora do livro.
FONTE:  BBC