Funcionária terceirizada responsável por pagamentos está entre presos. Mulher repassava valores a familiares, que investiam em imóveis, diz PF.
A Polícia Federal prendeu temporariamente, na manhã desta sexta-feira (6), no Distrito Federal, cinco pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de desvio de recursos da folha de pagamento do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade e Meio Ambiente, ligado ao Ministério do Meio Ambiente. ...
De acordo com a PF, uma funcionária terceirizada da instituição fazia repasses mensais de aproximadamente R$ 150 mil para conta de familiares. Ela era responsável pela folha de pagamento da instituição desde 2010 e inseria falsos beneficiários nas ordens bancárias.
Até o momento, foram identificados desvios de aproximadamente R$ 1,84 milhão. Segundo a PF, os familiares da funcionária sacavam os valores e investiam em construções, imóveis e pagamento de despesas da família.
Batizada de “Desfalco”, a operação cumpriu também cinco mandados de busca e apreensão e o bloqueio judicial de nove contas correntes de pessoas ligadas à funcionária, incluindo familiares e o namorado dela.
A PF conta que o serviço de contabilidade do instituto acionou a corporação sobre os desvios. Os desvios eram feitos de forma a dificultar o rastreamento do dinheiro e evitar a recuperação da quantia, diz a polícia.
A Polícia Federal investiga se os familiares da funcionária tinham ciência do crime.
De acordo com a PF, uma funcionária terceirizada da instituição fazia repasses mensais de aproximadamente R$ 150 mil para conta de familiares. Ela era responsável pela folha de pagamento da instituição desde 2010 e inseria falsos beneficiários nas ordens bancárias.
Até o momento, foram identificados desvios de aproximadamente R$ 1,84 milhão. Segundo a PF, os familiares da funcionária sacavam os valores e investiam em construções, imóveis e pagamento de despesas da família.
Batizada de “Desfalco”, a operação cumpriu também cinco mandados de busca e apreensão e o bloqueio judicial de nove contas correntes de pessoas ligadas à funcionária, incluindo familiares e o namorado dela.
A PF conta que o serviço de contabilidade do instituto acionou a corporação sobre os desvios. Os desvios eram feitos de forma a dificultar o rastreamento do dinheiro e evitar a recuperação da quantia, diz a polícia.
A Polícia Federal investiga se os familiares da funcionária tinham ciência do crime.
Fonte: G1
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