sábado, 7 de dezembro de 2013

NOTÍCIA RUIM CORRE RÁPIDO

washington mesquita

O distrital Washington Mesquita (PTB) chegou ontem (12) cumprimentando todos os colegas no Plenário da Casa. Pediu uma inversão de pauta para poder se pronunciar sobre o que chamou de “fatos ocorridos” na administração de Taguatinga, cujo o ex-administrador Carlos Jales, indicado por ele,  ficou foragido após ter a prisão decretada no caso dos alvarás. Segundo Washington, ele ficou sabendo pela imprensa, do outro lado do mundo, sobre a operação Átrio da Polícia Civil. O deputado viajou como representante da CLDF, a convite do governador Agnelo, para acompanhar na Bélgica a confirmação de Brasília como sede da Universíade 2019.

Critérios definidos

Segundo Mesquita, foram três os critérios que o levaram a indicar Carlos Jales para comandar a Administração de Taguatinga: ter participado efetivamente de sua campanha; ser morador de Taguatinga há mais de 30 anos e ter a “ficha limpa”, quando de sua indicação. O único pedido do deputado ao indicado teria sido para que “conduzisse a Administração dentro da forma da lei, pois não serei conivente com ninguém”. Em seu discurso, Washington desafiou os colegas a apresentarem alguma coisa contra ele, salientando que não tem responsabilidade sobre os atos do ex-administrador.

O café e o convite

Após sua fala, o distrital Washington Mesquita respondeu a algumas perguntas da imprensa. À Coluna, disse que tomava um café com o governador Agnelo na tarde de segunda-feira (4), véspera da viagem, quando o governador comentou sobre a ida a Bélgica para acompanhar a escolha da Universíade. O deputado teria dito que a CLDF não se fazia representar, quando surgiu o convite. Desde  o retorno, Mesquita disse que não falou mais com Carlos Jales. Indagado sobre se sentia traído pelo indicado, disse que “não posso me sentir traído sem antes ter uma posição da Justiça de que ele errou”. Por fim, o parlamentar ainda disse que o padre Moacir Anastácio, da festa de Pentecostes ao qual ele e o ex-administrador são ligados, nunca se envolveu nas questões políticas: “ele apenas nos ajuda e ora”, explicou.

Fonte: Alô Brasília – Coluna ONs e OFFs – Tiago Monteiro Tavares

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