Família de Genoino comemora arrecadação na internet
A família do ex-deputado José Genoino comemorou o resultado da arrecadação de doações feitas para quitar a multa aplicada pela Justiça na condenação dele na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Na página criada pela família de Genoino na internet, uma mensagem declara que a quantia necessária foi atingida, mas o valor exato ainda não foi divulgado.
A campanha online promovida pela família começou em 9 de janeiro, três dias depois que a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal determinou que Genoino, condenado a quatro anos e oito meses de prisão, pagasse a multa que recebeu pela condenação por corrupção. O valor original de R$ 468 mil foi corrigido, no dia 10, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal para R$ 667,5 mil..
A família manteve notas no site onde declara que não reconhece a multa cobrada pela Justiça e diz que José Genoino não tem condições de arcar com o valor, justificando a campanha. “Genoino não tem patrimônio para arcar com tal despesa”, informa o texto de abertura da campanha. No site criado para levantar doações, há várias mensagens com manifestações de apoio e demonstrações de indignação.
Condenados começam a trabalhar
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado a seis anos e oito meses de prisão no processo do Mensalão, começou a trabalhar ontem (20) na sede CUT (Central Única dos Trabalhadores), em Brasília. O ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas começou a trabalhar em uma empresa de engenharia.
Condenados começam a trabalhar
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, condenado a seis anos e oito meses de prisão no processo do Mensalão, começou a trabalhar ontem (20) na sede CUT (Central Única dos Trabalhadores), em Brasília. O ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas começou a trabalhar em uma empresa de engenharia.
O pedido de trabalho externo feito por Delúbio foi autorizado, na semana passada, pelo juiz Bruno André Silva Ribeiro, da Vara de Execuções Penais. O ex-tesoureiro receberá salário de R$ 4,5 mil. De acordo com a carta de emprego assinada pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, o condenado foi contratado por ter experiência na área sindical.
Delúbio e Lamas estavam presos na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, desde novembro do ano passado, mas foram transferidos para o centro de progressão, destinado a detentos que têm autorização para trabalhar durante o dia.
Da Redação do Alô

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