quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Em fase decisiva da campanha, candidatos ao Buriti intensificam o trabalho


Candidatos focam nos principais colégios eleitorais para convencer brasilienses que ainda não definiram o voto. Agenda lotada testa a resistência dos políticos



A agenda de Rollemberg chega a prever 19 horas de atividade do candidato no intervalo de um dia (Ozímpio de Sousa/Divulgação)
A agenda de Rollemberg chega a prever 19 horas de atividade do candidato no intervalo de um dia


A 11 dias da eleição, os candidatos ao Palácio do Buriti vão concentrar seus esforços nos maiores colégios eleitorais do Distrito Federal e, em particular, na caça ao voto dos indecisos.

Os brasilienses podem aguardar a presença intensa dos candidatos em Ceilândia e Taguatinga — os dois maiores colégios, com um total agregado de 566.677 eleitores cadastrados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) — e em locais de grande concentração de pessoas. Naquelas cidades onde as pesquisas internas apontam que a campanha não decolou ou que há muitos indecisos, a tendência é de que alguns concorrentes voltem a aparecer. Essas estratégias são comuns a Agnelo Queiroz (PT), Rodrigo Rollemberg (PSB), Jofran Frejat (PR), Luiz Pitiman (PSDB) e Toninho do PSol na busca por uma vaga no segundo turno. 



Agnelo fez campanha em Sobradinho pela manhã e estará ao lado de Dilma e de Lula amanhã em Ceilândia (Glaucya Braga/Coligação Respeito por Brasília)
Agnelo fez campanha em Sobradinho pela manhã e estará ao lado de Dilma e de Lula amanhã em Ceilândia


Agnelo Queiroz, que tenta a reeleição, fará comício amanhã à noite em Ceilândia com a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Lula. “As pesquisas apontam que quase 40% do eleitorado está indeciso. Então, o evento de quinta-feira será importante para mostrar a força da onda vermelha”, diz Raimundo Júnior, um dos coordenadores da campanha — que menciona um índice de indecisos superior àqueles que são registrados pelas principais pesquisas.

O coordenador da campanha de Rollemberg, Hélio Doyle, explica que, além de marcar posição nas ruas, é tempo de avaliar os locais a que o candidato precisa retornar para se fortalecer. “Devemos, ainda, avaliar os programas que foram ao ar para saber quais pontos receberam maior aprovação. É importante porque a audiência aumenta nestas duas últimas semanas”, observa.

FONTE: CORREIOWEB

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