A assistente social de 40 anos, suspeita de participar da morte do menino Bernardo Uglione Boldrini, 11, pode ter sido paga para participar do crime, na cidade de Frederico Westphalen (a 447 km de Porto Alegre), apura a Polícia Civil.
"Não dá para comparar as condições econômicas dela com as do pai (Leandro Boldrini) e da madrasta do Bernardo", disse a delegada Caroline Machado, responsável pelo caso.
De acordo com as investigações, a suspeita teve papel importante na execução do crime e, por não ter ligações emocionais com a criança, investiga-se que a motivação pode ter sido financeira.
Ela teria iniciado a cova do menino, à beira de um rio da cidade, dois dias antes do crime, no dia 4 de abril. A injeção letal em Bernardo foi aplicada dentro do apartamento dela.
Até o momento, a mulher é a única que confessou o crime à polícia.
A delegada Caroline afirmou, porém, que não dará detalhes do depoimento para não prejudicar as investigações. "Sempre comparo investigações com quebra-cabeças. Há os de 30 peças, os de cem peças. Esse tem 1.000 peças, é muito complexo", diz. "Se eu abrir alguns detalhes, algumas dessas peças podem se perder."
A polícia diz que, por enquanto, não há previsão de reabertura do inquérito do suicídio da mãe de Bernardo, Odilaine Uglione, em 2010.
Após a morte do menino, a avó materna, Jussara Uglione, passou a cobrar uma nova investigação do caso.
O advogado da família Uglione, Marlon Taborda, diz que pouco tempo antes de sua morte a mulher havia fechado um acordo de separação com o Boldrini que previa o pagamento de R$ 1,5 milhão e uma pensão mensal de R$ 6 mil a R$ 8 mil.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/04/1442079-policia-apura-se-mulher-recebeu-para-ajudar-a-matar-menino-no-rs.shtml
De acordo com as investigações, a suspeita teve papel importante na execução do crime e, por não ter ligações emocionais com a criança, investiga-se que a motivação pode ter sido financeira.
| Reprodução |
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| Bernardo Boldrini, 11, encontrado morto em matagal no RS; pai nega envolvimento no crime |
Até o momento, a mulher é a única que confessou o crime à polícia.
A delegada Caroline afirmou, porém, que não dará detalhes do depoimento para não prejudicar as investigações. "Sempre comparo investigações com quebra-cabeças. Há os de 30 peças, os de cem peças. Esse tem 1.000 peças, é muito complexo", diz. "Se eu abrir alguns detalhes, algumas dessas peças podem se perder."
A polícia diz que, por enquanto, não há previsão de reabertura do inquérito do suicídio da mãe de Bernardo, Odilaine Uglione, em 2010.
Após a morte do menino, a avó materna, Jussara Uglione, passou a cobrar uma nova investigação do caso.
O advogado da família Uglione, Marlon Taborda, diz que pouco tempo antes de sua morte a mulher havia fechado um acordo de separação com o Boldrini que previa o pagamento de R$ 1,5 milhão e uma pensão mensal de R$ 6 mil a R$ 8 mil.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/04/1442079-policia-apura-se-mulher-recebeu-para-ajudar-a-matar-menino-no-rs.shtml

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