Muitos casos decorrem do consumo e do tráfico de drogas entre alunos. Especialistas alertam para a degradação familiar
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| "A escola está vulnerável. Houve melhora? Sim. Mas a infraestrutura e a logística ainda são muito ruins. Temos muito o que evoluir", diz Rita de Cássia Mota, mulher do professor Carlos Mota, assassinado por estudantes |
“Aqui é assim: toda vez que agimos para organizar e disciplinar, alguém diz: ‘Um já morreu’. Eu me pergunto: será que vai ser sempre assim no CED Carlos Mota?”
Uma bala no peito calou o homem apaixonado pela educação, pai de três filhos e casado com a servidora pública Rita de Cássia Mota. Carlos Ramos Mota, 43 anos, morreu pelas mãos de dois estudantes da escola — Alessandro José de Souza e Carlos do Nascimento — e por Benedito Alexandre do Nascimento, ex-aluno e responsável por apertar o gatilho. O mentor do crime, segundo o Ministério Público, é Gilson de Oliveira, traficante da região que foi impedido por Mota de comercializar entorpecentes dentro da instituição de ensino. Gilson tem conseguido protelar o julgamento, agora marcado para 28 de maio. Benedito e Carlos cumprem pena de 18 anos de reclusão. Alessandro foi condenado a 16 anos de prisão.
FONTE: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/04/02/interna_cidadesdf,420818/profissionais-de-educacao-sofrem-com-ameacas-e-agressoes-dentro-das-escolas.shtml

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